Como sua marca pode usar o Snapchat

Se você é um empreendedor em dia com as novidades do mercado certamente conhece o aplicativo Snapchat. Por ser relativamente novo agora que as marcas começam a entendê-lo e a utilizá-lo para se promoverem, ou seja, a concorrência ainda é pequena e o engajamento com os usuários tem se mostrado muito positivo.

Como você sabe estamos sempre de olho nas últimas tendências e trazemos o máximo de informação para que você possa utilizar esse conhecimento à favor da sua marca. Hoje vamos dar dicas de como você pode estruturar sua marca na plataforma do Snapchat.


SOBRE O SNAPCHAT

O funcionamento do Snapchat é relativamente simples, você envia uma foto ou um vídeo e escolhe quantos segundos ele será exibido, depois disso ele se auto destrói. Consiste em uma troca de informações rápidas enviadas entre usuários. Nós já falamos sobre o Snapchat aqui no blog - no artigo Tendências de Mercado em 2014 - e sobre a sua potencia para atingir o público jovem e ávido por novidades.

Segundo a Nielsen em torno de 350 milhões de snaps são compartilhados todos os dias - esse número se equipara aos uploads do Facebook. O aplicativo é avaliado em torno de 3,6 bilhões de dólares – enquanto o Instagram foi comprado por 1 bilhão.

Como usar snapchat
Snapchat, um aplicativo novo e simples para sua marca se conectar com um público jovem


O PÚBLICO DO SNAPCHAT

O Snapchat fala para um público focado no presente, que se importa em documentar tudo, mas não necessariamente guardar recordações de tudo. A palavra de ordem é efemeridade, o agora e nada mais. O público do Snapchat possui entre 13 e 25 anos dos quais 70% usuários são do sexo feminino.


O SNAPCHAT NÃO É PARA TODOS

O Snapchat é um aplicativo extremamente pessoal e pouco institucional. São momentos íntimos e informações reservadas partilhados entre amigos. Já que as imagens quase nunca podem ser salvas os usuários se sentem mais confortáveis para expor mais particularidades. Amigos falando para amigos.

O aplicativo não é para todos os tipos de marca, somente as que quiserem se conectar com o perfil de usuário do Snapchat e puderem adaptar suas estratégias de marketing para esse modelo de comunicação. Geralmente empresas que vendem produtos se enquadram mais nessas características.


AS MARCAS E O SNAPCHAT

Algumas marcas se tornaram pioneiras em lançar campanhas de marketing e gerar engajamento através do Snapchat, entre elas a rede de fast food Taco Bell, que ficou conhecida pelos seus snaps divertidos.

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Os tipos de ações mais comuns quase sempre envolvem a exclusividade que o aplicativo proporciona: mostrar em primeira mão novos produtos, trazer imagens íntimas e exclusivas (de bastidores, de desfiles), lançar campanhas e concursos únicos, fornecer códigos de desconto, entre outros. Além disso muitas marcas se beneficiam do humor e criam imagens e vídeos divertidos.

A ação/reação deve ser imediata e clara - são até 10 segundos de comunicação – prendendo a atenção do usuário, pois a chance é única. Frases como “Vá para a nossa loja e nos envie um snap!” ou “Nos mostre o seu produto favorito” são exemplos típicos de comunicações efetivas.

Marcas e o snapchat
Exemplos reais de como promocionar e usar o Snapchat

COMO USAR O SNAPCHAT

1. Seguir os usuários
Você pode enviar snaps diretamente para cada pessoa, podendo selecionar o tipo de usuário que receberá a publicação e você pode receber snaps de volta. Porém, como a comunicação é de via dupla você pode acabar perdendo o controle e recebendo inúmeros snaps desnecessários.

2. Snapchat Stories
Nessa opção você pode criar 100 segundos de vídeo e imagem e enviar, em um período de 24h, para toda a sua lista de seguidores. Você consegue criar uma rede de seguidores sem ter que seguir ninguém, porém, se torna uma comunicação de mão única, deixando algumas funcionalidades inacessíveis.

Nossa opinião: O Snapchat ainda é um aplicativo com poucas ferramentas e difícil de se administrar, mas sua capacidade de engajamento é enorme. Assim deixamos a dica para você, só use se a sua marca realmente tiver muito a ver com a plataforma, dá trabalho mas vale a pena!



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Telegram: o app que está conquistando usuários do Whatsapp

Na semana passada o Whatsapp foi comprado pelo Facebook, e se tornou um dos assuntos mais debatidos mundialmente. Independente da quantia paga ou dos planos para o aplicativo, algo mais importante deve ser observado, será que o Sr. Facebook vai conseguir manter os usuários fiéis ao Whatsapp? Se depender do Telegram, não por muito tempo.

Não é dúvida que os programas de mensagem fazem sucesso no mercado, tanto que vários apps apresentam essa funcionalidade, entre eles os grandes, Viber, Facebook e Instagram. Porém nenhum deles se compara ao Whatsapp, queridinho dos usuários e vício mundial. O app tem 5 anos de existência e cerca de 450 milhões de usuários, recebendo aproximadamente 1 milhão de pessoas por dia, que o torna o principal aplicativo de mensagens instantâneas do mundo.

A venda do Whatsapp para o Facebook no dia 19 de fevereiro foi um dos assuntos mais falados mundialmente. O serviço de mensagens foi comprado pela quantia de 19 bilhões de dólares (4 bilhões em dinheiro, 12 em ações e mais 3 em bônus). No primeiro instante do anúncio oficial da venda várias pessoas já se perguntavam qual seria o futuro do aplicativo. O maior medo dos usuários do Whatsapp era que a nova gestão tornasse o app menos privativo, e mudasse alguns dos valores sempre defendidos pela marca, como a gratuidade do serviço. O receio tomou conta do mercado.

Whatsapp versus Telegram, será que um novato pode derrubar um gigante?

Cinco dias depois da compra, no sábado 22 de fevereiro, o Whatsapp passou pela maior e mais longa falha depois de muitos anos. Foram 4 horas fora do ar e usuários do mundo todo desesperados e revoltados com o serviço. Mesmo com a afirmação de Zuckerberg de que o aplicativo não mudaria, a desconfiança dos usuários se tornou gigante desde então.

E nesse momento delicado o tímido e desconhecido serviço de mensagens Telegram entrou em cena. Segundo o Twitter oficial da empresa 500 mil pessoas abriram contas no aplicativo no dia da venda do Whastapp. E o apagão do rival no dia 22 resultou em 5 milhões de novos usuários ao novo app. Mas afinal, o que é o Telegram?

O Telegram esperava o registro de 1 milhão de usuários por dia, mas se surpreendeu com 5 milhões de usuários em um único dia, devido à falha do Whatsapp.

O Telegram é um serviço de troca de mensagens fundado em 2013 por dois irmãos russos, Nikolai e Pavel Durov, criadores da VK, a maior rede social da Rússia. No domingo o app figurava no topo da App Store em 48 países. Na segunda ele estava em primeiro lugar no ranking dos aplicativos mais baixados no Brasil.

De diferente mesmo o Telegram oferece uma função de autodestruição: o chat privado. Essa função, que se assemelha muito ao Snapchat, permite que a mensagem enviada seja destruída sem deixar rastros, após um período de tempo personalizável pelo usuário. O resto é realmente idêntico ao Whatsapp, a funcionalidades, o visual, a experiência de uso... mas então, por que o Telegram está conquistando tantos usuários do Whatsapp?

O grande trunfo do Telegram está em dois detalhes promocionados pelos seus criadores, a segurança e a gratuidade. Os desenvolvedores do aplicativo dizem ter criado um aplicativo totalmente seguro, e oferecem 200 mil dólares para quem conseguir quebrar seu código de segurança. Segundo eles o servidor do Telegram não mantém nenhum rastro das mensagens, que são 100% criptografadas, assim como fotos, vídeos e música. Quanto a gratuidade, o aplicativo possui código aberto e é totalmente gratuito e, segundo os desenvolvedores, vai continuar sempre assim.

Segurança e gratuidade são os dois trunfos do Telegram, seus criadores garantem que suas mensagens são 100% criptografadas e que o aplicativo jamais será pago.

Vale lembrar que em outubro do ano passado o Whatsapp apresentou uma falha de segurança e algumas mensagens puderam ser interceptadas por terceiros. Agora, com a venda do app para o Facebook e o blackout recente, a migração para o Telegram aconteceu por usuários atraídos pelas promessas do app, de suprir o que o Whatsapp vem falhando em fornecer.

Uma falha de mercado tão grande do Whatsapp abriu um buraco para que uma marca concorrente pudesse entrar, e ela não fez feio. A empresa, que esperava o registro de 1 milhão de usuários por dia, se surpreendeu com 5 milhões de usuários em um único dia. A tendência é que esses números aumentem, pois o Telegram está virando moda entre os jovens, e os jovens ditam as regras desse mercado.

Por fim, resta ver se a marca realmente vai fazer jus aos seus valores, e se ela pode competir estavelmente com o gigante Whatsapp, inclusive derrubá-lo. Mas fica a lição: esse episódio mostra claramente, que em um mercado inconstante e mutável, nenhuma marca, por maior que seja, está salva. Mais detalhes no post Sua Marca vai Falir.

Eu baixei e estou testando o Telegram. Ele está disponível para Android, iPhone, Mac, Windows (pc apenas) e Linux. O ruim é que não possui ainda todos os idiomas (nada de português por enquanto), mas ele é rápido e realmente igual ao Whatsapp, o que facilita a interação usuário/aplicativo. Alguém de vocês tem Telegram? O que vocês opinam do app?

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O Brasil confia em Branding

Seis em cada 10 CEOs brasileiros de sucesso confiam em branding. Esse dado eleva o Brasil ao posto de país da América Latina com a maior verba destinada à essa estratégia de mercado, atrelada ao marketing digital. Que os bons ventos soprem em 2014!

Não é novidade que o Brasil chama cada vez mais a atenção internacionalmente. A Copa do Mundo que, apesar de ser polêmica, é de indiscutível importância para o setor empresarial. O Brasil se torna cada vez mais competitivo no mercado de serviços, as marcas nacionais crescem e valorizam mais diante do mercado mundial, e o e-commerce lidera essa transformação.

Um estudo divulgado pela eMarketer revela que o Brasil deverá investir mais de 3 bilhões de dólares em marketing digital em 2014. Um aumento de 28% se comparado com o ano de 2013. A Copa do Mundo e as eleições são apontadas como os grandes responsáveis por esse crescimento.

Além disso as vendas do e-commerce no Brasil devem dobrar em cinco anos, passando de 9,58 bilhões em 2011 para 17,3 bilhões de dólares em 2016. De cada cinco brasileiros, dois realizarão compras on-line até 2016, gastando mais de 13 bilhões em compras por ano.

Um bom marketing digital é pautado pelo branding, que é a grande aposta das empresas brasileiras de sucesso. A prática do branding (gestão de marcas) já é realizada internacionalmente faz tempo, mas só agora ganha corpo e a devida importância no nosso país. Antes tarde do que nunca!

Com tanta concorrência na rede uma boa gestão da marca se faz obrigatória para gerar diferenciação e agregar valor ao produto/serviço. Pois como já falamos aqui o consumidor está cada vez mais exigente, e o brasileiro não fica de fora. Os CEOs brasileiros sabem disso, e elevam, em 2014, o Brasil ao posto de país da América Latina com a maior verba destinada ao marketing digital, representando 60,3% do total investido pelos países.

Um estudo realizado pela Oracle evidencia que para 52% dos consumidores a qualidade no atendimento e a personalização da experiência são muito importantes, e para 65% a disponibilidade de estoque, a variedade de serviços e de formas de pagamento são fundamentais.

Um levantamento realizado pela consultoria nacional DOM Strategy Partners revelou que 62% dos CEOs e presidentes de grandes empresas do Brasil confiam no branding como um dos principais instrumentos para traçar estratégias focadas na gestão dos negócios. A pesquisa ouviu 181 líderes de empresas de vários setores nacionais, tais como a Natura, Habbib`s, Hering, Itaú, Bradesco Seguros, Azul Linhas Aéreas, Sky, entre outras.

Os grandes líderes locais já descobriram o valor do branding. Você vai ficar de fora? Confira algumas dicas para começar a prática de branding na sua empresa no artigo Branding para pequenas empresas.

Tendências de mercado em 2014 - Parte II

O marketing se solidifica na era digital e o offline e online se fundem para proporcionar uma experiência mais completa e pessoal para o consumidor. Saber posicionar e gerenciar sua marca na web é imprescindível hoje em dia. 

Continuando o post anterior, confira aqui as tendências de 2014 no âmbito online. 

Apresentar um discurso sólido e consistente com as plataformas eletrônicas, buscar a personalização da comunicação e estar atento à novidades são algumas das dicas para você seguir e se destacar no mercado este ano.

6. Adapte para o celular

Os smartphones já são realidade, e cada vez mais o usuário passa mais tempo conectado neste dispositivo. Ao criar o seu conteúdo online, adaptá-lo para a tela do celular é um passo obrigatório. Para  2014 as marcas precisam adaptar estratégias, conteúdo, fluxo de comunicações e mecanismos de entrega para um consumidor multi-tasking. O bom marketing deve ser feito em tempo real, auxiliado por uma publicidade baseada na localização GPS. 

Dados da pesquisa "Previsão Global de Dados Móveis do Índice de Redes Visuais", encomendada pela Cisco, empresa de Telecomunicações.

7. Personalize já!

O target se torna pessoal. Desejos e críticas mais fortes devem tornar a experiência da marca com o consumidor cada vez mais pessoal. Produtos e serviços devem buscar customizar e captar a personalidade do seu público alvo, para corresponder às altas expectativas. Expectativas correspondidas geram engajamento e publicidade gratuita através da recomendação da marca.

8. Nada de exageros

As redes sociais e apps são fenômenos modernos, e são sempre locais cheios de consumidores potenciais, mas cuidado, sua marca não deve estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Com a diversificação digital e a explosão de novos canais de comunicação as marcas devem se perguntar qual é o lugar correto para estar, e o que elas devem comunicar em cada canal. O sucesso não depende da quantidade, mas sim da qualidade do material exposto.

Redes sociais e plataformas online, não se iluda com tanta diversidade.

9. Rapidez de conteúdo

A internet nos trouxe a era da velocidade, por isso esteja atento, invista em menos palavras e mais imagens para conquistar consumidores (principalmente os jovens). Os micro vídeos continuam a crescer em popularidade e uso, pois estão cada vez mais acessíveis a todos. Use o Instagram ou Pinterest para exposição de imagens, o Vine para vídeos curtos e o Snapchat para mensagens rápidas e multimídia. O público quer se sentir especial: velocidade, humor e personalidade são pontos importantes na comunicação online.

Snapchat, o serviço processa por dia 50 milhões de imagens que são compartilhadas com amigos e em segundos se auto destroem.

10. Marcas com traços humanos

O universo online traz a possibilidade de desenvolver uma personalidade mais humana para as marcas. Criar uma identidade digital vale tanto para o consumidor quanto para a marca. Elas agora expandem as características que definem seus produtos e serviços, para impactar mais o público. Seja através de um tom característico de voz, um personagem, porta-voz ou mascote, as marcas estão cada vez mais humanas, para se portar como um de nós e estabelecer relações mais confiáveis. 

Tecnologia à favor da humanização da marca


É inegável a importância do fator tecnológico presente em nosso mundo. As empresas devem aceitar esse fato e usá-lo ao seu favor para humanizar a relação com o seu consumidor.

O uso da tecnologia é capaz de melhorar a relação pessoal entre o consumidor e o serviço, através do fator personalização. Cada vez mais empresas se atentam que as pessoas, e não o produto, são o centro do consumo. E que nós, pessoas, somos seres sociais e emocionais que tendemos a personificar e humanizar as coisas ao nosso redor (damos nomes ao carro, brigamos com a tv, conversamos com o cachorro...).

Esse fenômeno tecnológico é típico nos setores de telefonia e computadores, onde são criados fatores que aprofundam o engajamento do usuário com o dispositivo, tal como comandos de voz e sistemas de informação e entretenimento. Ao invés de pegar o celular e apertar um botão para executar uma tarefa, nós nos apegamos ao aparelho e fizemos com que ele se tornasse parte essencial da nossa vida diária.

Speaktoit, o assistente virtual para dispositivos Android, lançado em 2011 
vem agora com versão em Português

Ao longo dos anos, empresas como Apple, Samsung e Google tem intensificado seus investimentos em tecnologias que objetivam uma maior personalização do seu serviço, tais como reconhecimento de voz, reconhecimento facial e até corporal (veja um bom exemplo Touch Id do iPhone 5S).

Touch ID, o novo sistema de reconhecimento de digital do iPhone

Tecnologia para todos
Porém a tecnologia não está presente apenas em empresas consideradas “tecnológicas”, ela se expande atualmente a todos os setores de mercado. A tendência agora é humanizar as máquinas para aproximá-las mais dos seus usuários. Caixas e pontos eletrônicos de serviço começam a ser substituídos por formas humanas, os “assistentes virtuais”. Labirintos de botões e páginas agora podem ser transformados em uma conversa entre o consumidor e o assistente virtual. Resumindo, uma forma mais atraente de sinalização digital.

Conheça Paige, um holograma virtual colocado 
em um dos aeroportos de Washington (veja o vídeo)

As marcas buscam maneiras de adicionar um toque pessoal ao serviço e transformar seu ponto de contato em um estabelecimento não tradicional. Seja para fornecer informações em um aeroporto ou vender produtos em uma máquina de venda automática, uma nova geração de manequins virtuais chega para ajudar. Desde as aplicações básicas, a maioria envolvendo mensagens padrões entregues acionados por ativação ou sensores de proximidade, esses manequins se tornam cada vez mais realistas e interativos ao integrar ótica avançada e inteligência artificial.

O futuro vem aí
A Intel está investindo pesado em uma nova tecnologia chamada “computação perceptiva” para inserir em sua nova linha de chips e processadores. Ela pode determinar o sexo e a faixa etária do usuário – e até mesmo se a pessoa está sorrindo. Assim um manequim virtual pode ser programado para entregar mensagens relevantes com base na sua demografia particular. Poderia até se despedir, se sente que você está indo embora do ambiente.

Telas sensíveis ao toque e botões de pressão, amplamente utilizados hoje em dia, tendem a desaparecer à medida que o sistema de reconhecimento de gestos ganhar mais corpo. O consumidor vai simplesmente apontar para o que quer e a interface eletrônica vai ativar o mecanismo necessário.


A Computação Perceptiva da Intel


Resumindo
A tecnologia não substitui o serviço humano, mas humaniza o serviço feito por máquinas, visando oferecer uma experiência mais personalizada para cada consumidor.

Pense nisso, que legal seria ter um médico virtual para oferecer dicas de saúde para os pacientes e visitantes enquanto eles esperam para ser atendidos?

Redesign da Philips, simplicidade nua e crua

Mundialmente conhecida por seus eletrônicos, a gigante holandesa Philips, fundada em 1891, hoje em dia atua em diversos segmentos. Eles mesmos se descrevem como “uma empresa de tecnologia diversificada, focada em melhorar a vida das pessoas por meio de inovações significativas”.